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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Alergia a picadas de insetos - o pesadelo do verão

Com a chegada da primavera e do verão, as crianças brincam mais ao ar livre e com pouca roupa. Como o calor favorece a multiplicação de insetos, neste período aumenta também o número de crianças com alergia.
No momento da picada, o inseto injeta sua saliva na pele da criança. Se ela é alérgica, o local poderá ficar avermelhado e coçando muito. O efeito dura de 7 a 10 dias. A coçadura pode criar pequenas feridas e deixar manchas brancas que desaparecem em poucos meses. Em alguns casos, pode ocorrer infecção por bactérias, o que deixará uma ferida amarelada.
A alergia começa quando a criança tem entre 1 e 2 anos de idade, e a pele vai ter “bolinhas” que pioram nos períodos de calor. Em alguns casos a coceira pode incomodar até para dormir.
Mas saiba que, ao longo do tempo, as lesões vão diminuir e quando a criança chegar próximo dos 8 a 10 anos, praticamente não terá mais reação alérgica.
Alguns pais pensam que seu filho tem alergia a alimentos ou ao calor, e acabam retirando alimentos que são importantes para o crescimento da criança. Não corra este risco. A forma da lesão pode indicar que foi uma picada de inseto, mas só o seu pediatra poderá dizer se a reação é ou não alergia à picada.
Veja como suspeitar de alergia à picada de inseto
• Se as lesões ocorrem mais nos períodos quentes, quando aumentam os insetos.
• Bolinhas avermelhadas nos braços e pernas, geralmente provocadas por pernilongos.
• Bolinhas alinhadas - um banquete dos insetos (café/almoço/jantar) que podem ser ácaros, percevejos de colchões, ou piolhos de aves.
• Bolinhas alinhadas próximas ao elástico da calcinha, provavelmente provocadas por pulgas.
O pediatra pode receitar medicamentos que melhoram a coceira e os pais poderão adotar alguns cuidados para que a criança seja menos castigada pelos insetos.
Prevenindo as picadas de insetos
• Coloque telas nas janelas ou feche-as antes das cinco da tarde, para que os insetos não entrem.
• Coloque mosquiteiro de tecido fino sobre a cama de seu filho.
• Quando a criança for brincar ao ar livre, vista-a com roupas finas, mas de mangas compridas e com punhos fechados para cobrir braços e pernas.
• Elimine os formigueiros do quintal ou, se isso não for possível, vista a criança com calçados fechados.
• Os repelentes podem ser tóxicos para crianças. Só o pediatra poderá indicar o que usar.
• Elimine as pulgas dos cães e gatos, pois elas também podem picar os seres humanos.
O que fazer no local das lesões
• Mantenha o local limpo, lavando com água e sabonete.
• O pediatra indicará a medicação para que a criança fique confortável.
• Não aplique substâncias caseiras.
Com todos estes cuidados, curta o verão com seu filho!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Atente-se à aplicação do filtro solar

Anvisa estabelece novas normas sobre o uso do produto para garantir a proteção da pele dos brasileiros
protetor solar
As férias estão chegando e as crianças passarão mais tempo ao ar livre e expostas ao sol. No inverno, os cuidados com relação à proteção solar devem continuar, mesmo com o sol mais fraco. O uso de protetor solar é obrigatório e deve ser passado a cada 2 ou 3 horas, dependendo do fator de proteção (FPS). A dica é sempre conferir as instruções na embalagem do produto a ser utilizado.
Os raios solares são mais ofensivos à pele entre 11h e 17h (no horário de verão), pois a irradiação dos raios ultravioletas são maiores, sem contar que eles são os principais causadores de câncer de pele. Não custa recordar que a pele das crianças são mais sensíveis e delicadas. Portanto, a exposição solar deve ser bem menor para evitar queimaduras.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou no início de junho uma resolução que determina novas regras para o protetor solar. O objetivo é garantir a proteção da pele dos usuários brasileiros. As principais mudanças são no valor mínimo do Fator de Proteção Solar (FPS), que vai aumentar de 2 para 6, e na proteção contra os raios UVA, que agora terá que ser de no mínimo 1/3  do valor do FPS declarado. Os fabricantes terão um prazo de dois anos para se adequarem às normas, que seguem os novos parâmetros para protetores solares adotados em todo o Mercosul.
Também deverão ser inclusas outras informações nas embalagens (como resistente à água). O produto terá que ser testado cientificamente e comprovado se existe realmente. Outra norma fala sobre a reformulação nas informações obrigatórias dos rótulos dos produtos, como a reaplicação na pele, mesmo quando se tratar de um resistente à prova d’água.
Para a comprovação do FPS, que protege contra os raios UVB, e do FP UVA, que mede a proteção contra os raios UVA, a Anvisa estabelece uma metodologia específica que, até então, não estava definida.

Cuidados dermatológicos para o verão

cuidados com o sol
Finalmente chega a época mais esperada do ano e os papais e as mamães não veem a hora de aproveitar as férias em família, claro. Só que se as altas temperaturas já são um tormento para os adultos, imagine para as crianças.
O sol faz bem à saúde, sim, mas nas doses certas, principalmente para os pequenos, que têm a pele mais sensível. A exposição ao sol aumenta o risco de queimaduras, brotoejas, alergias e até de desenvolver câncer de pele no futuro. Bem, mas ninguém precisa deixar as crianças de lado na hora da praia ou dos passeios, basta tomar alguns cuidados para aproveitar todas as vantagens do sol e deixar as desvantagens passarem bem longe.
Sol também faz bem à saúde, mas na dose certa
Pegar sol faz bem à saúde: ele fortalece ossos e articulações ao aumentar a produção de vitamina D, ajuda o cérebro a produzir mais serotonina afastando o risco de depressão, relaxa a musculatura e facilita a circulação do sangue dando a sensação de relaxamento, melhora a qualidade do sono ao aumentar a produção de melatonina pelo cérebro e até ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, como os de cólon, próstata, ovários e mama, porque reduz os efeitos da transformação celular.
O que acontece é que os raios UV estão cada vez mais agressivos, então é preciso, no entanto, que adultos e crianças de qualquer idade evitem a exposição ao sol entre 10h e 16h, mesmo com filtro solar. Fora deste horário também é preciso usar filtro de FPS, com no mínimo fator 15 de proteção, em todo o corpo, passado 15 minutos antes do início de exposição ao sol para que dê tempo de a pele absorver as propriedades do produto e ter o efeito desejado. Mesmo com o filtro solar, que deve ser reaplicado a cada duas horas ou depois de cada banho de mar, o melhor é deixar as crianças na sombra, principalmente as menores de seis meses de idade, que não devem ficar diretamente expostas ao sol.
Prefira chapéu a boné, não esqueça tendas ou barracas de praia, roupas leves e água fresquinha
Fique de olho no horário - Seja na praia, na piscina ou na hora do parquinho, as crianças merecem olhos atentos em todos os sentidos. Nada de ficarem expostas, mesmo que indiretamente ao sol entre 10h e 16h: a energia solar é mais forte em locais abertos e a agressão é intensificada pela reflexão na água, na areia, no concreto, asfalto das ruas ou até mesmo na neve.
Prefira chapéus a bonés As crianças ficam uma gracinha de bonés, mas repare: a área de proteção é bem menor do que a de chapéus, cuja aba deve proteger rosto, pescoço e colo. Além disso, se quer deixar o filhote fofo, habitue-o desde cedo a usar também óculos escuros para evitar a fotoceratite, aquele vermelho que aparece na parte branca dos olhos quando o calor é excessivo ou há exposição direta ao sol – e que, lá na frente, pode contribuir para o aparecimento da catarata. Há vários modelos de óculos escuros feitos especialmente para os pequenos, com lentes com filtros solares, que, além de charmosos, também ajudam à criança a adquirir o saudável hábito de proteger os olhos.
Barracas e tendas são indispensáveis As tendas têm uma área maior de sombra, ideal para as crianças brincarem com mais liberdade fora do sol, mas seja como for, atenção ao material. Barracas de nylon são mais leves e fáceis de transportar, mas em compensação protegem menos dos raios UV, que podem passar pelo tecido. Prefira as de lona e as de algodão, que conseguem reter 50% da radiação negativa, são mais resistentes e que fornecem sombra mais fresquinha também.
Água fresquinha, alimentos e roupas leves Tenha sempre água fresquinha por perto, assim como alimentos leves, como frutas e sanduíches levados de casa. Sucos são legais, mas algumas frutas tendem a fermentar no calor, então cuidado. Manter a criança hidratada é fundamental no calor. Evite comprar coisas na praia das quais você não sabe a procedência. Da mesma forma, as roupas também devem ser leves.
É sempre bom lembrar que essas dicas são para as crianças, mas servem também para os adultos. Mas nada de exageros, é claro, a ideia é se divertir e aproveitar as férias, com responsabilidade e bom senso.

Autor: Marco Antonio de Oliveira é dermatologista em São Paulo e realiza todos os tipos de tratamentos dermatológicos existentes no mercado.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O que é a translucência nucal?

Translucência nucal é um ultrassom de rotina, feito no primeiro trimestre da gravidez. Seu principal objetivo é ajudar a detectar o risco de síndrome de Down e outras anomalias cromossômicas, além de problemas cardíacos, mas, na enorme maioria dos casos, como o resultado é normal, ele é na verdade uma ótima oportunidade de você ver seu bebezinho.

Ainda será cedo para detectar com certeza o sexo do bebê só pela imagem, embora ultrassonografistas experientes arrisquem dar um palpite, com precisão máxima de 80%.

Se for seu primeiro ultrassom, ele servirá também para confirmar o tempo de gravidez.

O objetivo principal da translucência nucal -- também chamado de ultrassom morfológico do primeiro trimestre -- é medir um espaço específico na nuca do bebê, entre 11 e 14 semanas de gravidez. A partir de 14 semanas, não dá mais para fazer o exame, porque o espaço deixa de ser transparente na imagem do ultrassom.

Bebês que tenham alguma anomalia tendem a acumular mais líquido nessa região da nuca, por isso uma medida acima da média normal é considerada um possível indicador de algum problema.

Durante o mesmo exame, também se verifica a presença do osso nasal. A ausência desse osso pode ser mais um indicador de uma anormalidade.

Às vezes, o resultado da medida da translucência nucal é combinado com o resultado de um exame de sangue feito na mãe, gerando uma avaliação do risco da presença de alguma síndrome cromossômica. O exame pode até ser colhido logo depois do ultrassom, se houver algum indício de problema.

Com base no resultado da translucência nucal, na presença ou não do osso nasal e na idade da mãe, o médico pode sugerir a realização de algum outro exame, como o diagnóstico pré-natal não-invasivo (feito pelo exame de sangue), biópsia do vilo corial ou a amniocentese, a fim de confirmar ou descartar uma eventual suspeita.

Se o bebê tiver síndrome de Down, dá para ver na translucência nucal?

O exame de translucência nucal não é um diagnóstico. Ele apenas dá indicações da possibilidade da presença de alguma síndrome ou malformação. Se a medida da dobra da nuca estiver acima da média, pode ser que o bebê tenha alguma anomalia, mas também pode ser que não.

Por outro lado, há bebês que têm síndrome ou malformações, mas a translucência nucal dá normal.

Em resumo: se a translucência nucal for normal, você tem bons motivos para se tranquilizar. Se der acima da média, é claro que você vai ficar preocupada, mas tente segurar a ansiedade até ter mais informações. Pode ser que não seja nada, e que se trate apenas de um falso positivo.

O médico vai aconselhar você e fazer os exames seguintes com todo o cuidado para verificar qualquer possibilidade de anomalia e tomar as providências para que o bebê tenha o acompanhamento necessário.

Qual a semana ideal para fazer a translucência nucal?

Se você fizer o exame o quanto antes, próximo das 11 semanas, terá mais tempo de fazer uma biópsia do vilo corial (que pode ser feita até 14 semanas) para ter uma resposta definitiva, em caso de suspeita de anormalidade.

Por outro lado, em termos médicos, 12 semanas completas é o momento ideal para o exame. E, para quem quer tentar adivinhar o sexo, quanto mais perto de 14 semanas melhor.

Meu resultado foi que a chance de meu bebê ser Down é de 1 em 200. O que isso significa?

O resultado costuma ser dado assim, em forma de probabilidade. Um risco de 1 em 200 significa que, de cada 200 mulheres que tenham um resultado igual ao seu, uma terá um bebê com síndrome de Down e 199 não. Quanto mais alto o segundo número, menor o risco. Um risco de 1 em 30 é muito maior que um risco de 1 em 4.000.

Outra possibilidade é o resultado ser apenas considerado normal ou anormal. Lembre-se de que o exame indica apenas uma possibilidade, e não é um diagnóstico.

(Em alguns casos, a medida da translucência nucal fica acima do percentil 99, e isso indica risco para cardiopatias congênitas, ou seja, defeitos no coração. Nesse caso, a mãe é submetida a um ultrassom especial, o ecocardiograma fetal, especialmente para monitorar o coração do bebê.)

Algumas semanas depois, no ultrassom morfológico,entre 18 e 20 semanas, será possível ter informações mais detalhadas, como o sexo do bebê. Em caso de haver alguma anormalidade, o morfológico tem boas chances de detectá-las

sábado, 6 de dezembro de 2014

Como diminuir o risco de defeitos congênitos?

Eis algumas dicas que futuras mamães e gestantes precisam saber para proteger o bebê
risco de defeitos congênitos
Existem coisas que você pode fazer para garantir uma gravidez mais saudável e reduzir o risco de defeitos de nascimento.
Pré-natal
Agende uma visita pré-natal com o seu médico. Esse é o cuidado que uma mulher em idade fértil recebe antes da gravidez. E serve para:
• Identificar condições de saúde pré-existentes;
• Uma visita pode ajudar você e o médico a identificar e tratar problemas de saúde que podem afetar negativamente a gravidez. Estas condições incluem pressão alta, diabetes e determinadas infecções;
• Discussões importantes. A visita dá ao médico a oportunidade de debater assuntos importantes, tais como nutrição, peso, exercício, redução do estresse, fumo, consumo de álcool e alimentação, detalhes que podem comprometer a saúde da gestante;
• Visitas pré-natais também são uma oportunidade para o médico administrar quaisquer vacinas que faltam e fazer ajustes para quaisquer medicamentos para garantir que eles sejam ingeridos da forma mais segura possível.
Histórico de saúde da família
Além de perguntar sobre seu histórico de saúde, o médico também perguntará sobre a saúde do parceiro e da família. Se você ou o parceiro tem um histórico de defeitos congênitos ou nascimentos prematuros ou se qualquer um de vocês tem um alto risco para a doença genética com base no histórico familiar, origem étnica ou idade, o médico pode sugerir que se busque aconselhamento genético.
Ácido fólico
O seu médico irá sugerir que você tome ácido fólico para prevenir certos tipos de defeitos de nascimento. A dose mais elevada pode ser recomendada em algumas situações, especialmente se você já teve um filho com certo tipo de defeito de nascença ou se estiver tomando certos medicamentos.
Por Dr. José Luiz Setubal

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Direitos da Criança e do Adolescente Hospitalizados

Os Direitos da Criança e do Adolescente Hospitalizados[1] foram publicados em 17 de outubro de 1995 através do Ministério da Justiça  e do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, aprovando, na íntegra, o texto oriundo da Sociedade Brasileira de Pediatria. Apesar de já terem completado 6 anos de vigência, ainda são desconhecidos por grande parcela da sociedade, instituições e profissionais de saúde. O desconhecimento e/ou a não incorporação de tais direitos à prática hospitalar tem levado crianças, adolescentes e suas famílias a situações de sofrimento desnecessárias. Considerando que violação de direitos representa uma forma de violência[2], desejamos, com essa iniciativa, divulgar esses direitos, conquistar defensores à causa e, principalmente, oferecer dignidade às crianças e aos adolescentes hospitalizados.
Direitos da Criança e do Adolescente Hospitalizados
(Resolução CONANDA nº 41 de 17 de outubro de 1995)
1.    Direito a proteção, a vida e a saúde com absoluta prioridade e sem qualquer forma de discriminação.
2.    Direito a ser hospitalizado quando for necessário ao seu tratamento, sem distinção de classe social,  condição econômica, raça ou crença religiosa.
3.    Direito de não ser ou permanecer hospitalizado desnecessariamente por qualquer razão alheia ao melhor tratamento da sua enfermidade.
4.    Direito a ser acompanhado por sua mãe, pai ou responsável, durante todo o período de sua hospitalização, bem como receber visitas.
5.    Direito de não ser separada de sua mãe ao nascer.
6.    Direito de receber aleitamento materno sem restrições.
7.    Direito de não sentir dor, quando existam meios para evitá-la.
8.    Direito de ter conhecimento adequado de sua enfermidade, dos cuidados terapêuticos e diagnósticos a serem utilizados, do prognóstico, respeitando sua fase cognitiva, além de receber amparo psicológico quando se fizer necessário.
9.    Direito de desfrutar de alguma forma de recreação, programas de educação para a saúde, acompanhamento do currículo escolar durante sua permanência hospitalar.
10. Direito a que seus pais ou responsáveis participem ativamente do seu diagnóstico, tratamento e prognóstico, recebendo informações sobre os procedimentos a que será submetida.
11. Direito a receber apoio espiritual/religioso, conforme a prática de sua família.
12. Direito de não ser objeto de ensaio clínico, provas diagnósticas e terapêuticas, sem o consentimento informado de seus pais ou responsáveis e o seu próprio, quando tiver discernimento para tal.
13. Direito a receber todos os recursos terapêuticos disponíveis para a sua cura, reabilitação e/ou prevenção secundária e terciária.
14. Direito à proteção contra qualquer forma de discriminação, negligência ou maus tratos.
15. Direito ao respeito à sua integridade física, psíquica e moral.
16. Direito à preservação de sua imagem, identidade, autonomia de valores, dos espaços e objetos pessoais.
17. Direito a não ser utilizado pelos meios de comunicação de massa, sem expressa vontade de seus pais ou responsáveis ou a sua própria vontade, resguardando-se a ética.
18. Direito à confidência dos seus dados clínicos, bem como direito de tomar conhecimento dos mesmos, arquivados na instituição pelo prazo estipulado em lei.
19. Direito a ter seus direitos constitucionais e os contidos no Estatuto da Criança e do Adolescente respeitados pelos hospitais integralmente.
20. Direito a ter uma morte digna, junto a seus familiares, quando esgotados todos os recursos terapêuticos disponíveis.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A Pele de Texugo no Berço poderia ajudar a reduzir o Risco do Bebê desenvolver a asma

Shutterstock.comDormindo los peles de animais Durante OS Primeiros Três Meses poderia reduzir a chances de desenvolver Asma e Alergias, Mais Tarde, de a Acordo com Pesquisas RECENTES.

Dormindo los peles de animais logotipo apos o nascimento PODE Proteger contra Alergias e asma, de a Acordo com pesquisadores Alemães that apresentaram UMA grande escala, Estudo de coorte de 16 años no European Respiratory Society (ERS) Congresso Internacional los Munique segunda-feira.
A Exposição AO Ambiente microbiano de peles de animais Durante Os Três Primeiros Meses de Vida PODE ajudar a reduzir as chances de desenvolver a asma Durante a infância, de a Acordo com Dr. Christina Tischer, do Centro de Pesquisa Helmholtz Zentrum München é Sua Equipe.
"Estudos Anteriores sugeriram Que OS micróbios Encontrados los áreas Rurais PODE Proteger contra a asma", Afirma Tischer, referindo-se a Estudos realizados com Dados de Participantes de áreas Rurais. "Uma Pele de animais PODE also Ser hum Reservatório de Vários tipos de micróbios , um Seguir OS MECANISMOS semelhantes Como TEM Sido observada los Ambientes Rurais. "
Dr. Tischer e SUA Equipe começou a Explorar uma Questão de saber se peles de animais poderia Compensar a Falta de Exposição à caspa ea Natureza Comum Entre como children nascidas e Vivendo los AMBIENTES Urbanos.
ELES trabalharam com hum Conjunto de Dados a Partir de UMA coorte de nascimento, alemão de 2,441 Recém-Nascidos Saudáveis, 55 POR Cento dos that dormiam los peles de animais Durante OS Primeiros Três Meses de Vida.
ELES pesaram uma Exposição microbiana dos Bebés, Que ERAM los SUA Nascidos maioria EM 1998, contra a Saúde SUA na idade de 10 e encontrou como chances de desenvolver asma Ate a idade de SEIS foram reduzidas los 79 POR Cento e reduziu EM 41 POR Cento Pará Criancas de 10 años.
"NOSSOS Resultados confirmam Que É fundamental parágrafo Estudar AINDA Mais o Ambiente microbiano Dentro reais da Pele animais parágrafo Confirmar essas Associações", Diz Tischer.
Embora Estudos Anteriores de Crianças levantaram-Agrícolas TEM SE Concentrado na frescura dos Alimentos available e Diferença na Qualidade do Ar, Como a Universidade de Estudo de Gotemburgo los fazendas leiteiras publicado los julho, um Estudo da Universidade Johns Hopkins publicado los junho trabalhou com children Urbanas -nascido.
Constatou-se Que a Exposição uma Pelos de roedor e poluentes barata PODE ter hum Efeito Protetor de: Não Muito Diferente da Definição, from that was a Criança exposta no Primeiro Ano de Vida na fazenda.
Estudos Como Estes São O Que levou um UMA reconsideração do Pensamento de Que OS BEBES precisam de hum Ambiente esteril.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Terapia Ocupacional e a Síndrome de Down

Se você é um pai lendo este site, você provavelmente tem uma criança com síndrome de Down, como eu faço. Minha intenção com este artigo é para lhe fornecer algumas informações sobre a forma como um terapeuta ocupacional (OT) pode ser capaz de ajudar você e seu filho. Os terapeutas ocupacionais que trabalham com crianças têm educação e formação em desenvolvimento infantil, neurologia, condições médicas, desenvolvimento psicossocial e técnicas terapêuticas. Os terapeutas ocupacionais incidem sobre a capacidade da criança para dominar as habilidades de independência.
Estas podem incluir:
  • Habilidades de autocuidado (alimentação, vestuário, higiene, etc)
  • Habilidades motoras finas e grossas
  •  Habilidades relacionadas ao desempenho escolar (por exemplo: a impressão, corte, etc)
  • Lúdicas e de lazer habilidades
Quando seu filho é uma criança, seus interesses imediatos relacionam com a sua saúde e crescimento, o desenvolvimento dos marcos motoras básicas, interação social com você e os outros, o interesse em coisas acontecendo ao seu redor, e fala mais cedo sons e respostas.
Nesta fase, um OT pode envolver-se a:
  • Ajudar com problemas de alimentação oral-motor (isso também pode ser abordada por fonoaudiólogos). Devido a hipotonia e fraqueza dos músculos das bochechas, língua e lábios, a alimentação é difícil para algumas crianças com síndrome de Down. OTs sugerir técnicas de posicionamento e de alimentação, e pode ser envolvido em fazer ensaios de alimentação, se necessário.
  • Facilitar marcos motores, particularmente para as habilidades motoras finas. Os terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas trabalham em conjunto para ajudar a criança a desenvolver marcos motores brutos (por exemplo: sentar, engatinhar, em pé, andando) .OTs trabalhar com a criança nesta fase para promover braço e da mão movimentos que estabelecem a base para mais tarde o desenvolvimento habilidades motoras finas. O baixo tônus ​​muscular e ligamentos soltos nas articulações associados com a síndrome de Down são verdadeiros desafios para o desenvolvimento motor precoce e terapia ocupacional pode ajudar seu filho a enfrentar esses desafios.
Quando seu filho é uma criança e pré-escolar, ela provavelmente vai ter alguma mobilidade independente e será ocupado a explorar seu ambiente. Para auxiliar o seu desenvolvimento, você vai querer fornecê-la com muitas oportunidades de aprendizado, você vai querer encorajar as etapas iniciais para aprender a se alimentar e se vestir, você vai querer que ela aprender a jogar de forma adequada com os brinquedos e interagir com outras crianças, você estará incentivando fala e da linguagem, e você vai continuar a oferecer oportunidades de aperfeiçoamento de habilidades motoras. 
Nesta fase, um OT pode envolver-se a:
    Facilitar o desenvolvimento de habilidades motoras finas. Esta é uma etapa importante no desenvolvimento de habilidades motoras finas para crianças com síndrome de Down. Agora eles vão estar a desenvolver os movimentos de suas mãos, que lhes permitam fazer muitas coisas à medida que envelhecem, mas muitas crianças precisam de alguma terapia de entrada para assegurar que esses movimentos se desenvolvem. As crianças fazem isso através do jogo; eles abrem e as coisas perto, pegar e soltar os brinquedos de vários tamanhos e formas, empilhar e construir, manipular botões e teclas, experiência com giz de cera etc Seu filho pode enfrentar mais desafios a aprendizagem de habilidades motoras finas por causa do baixo tônus ​​muscular, diminuição da força e frouxidão ligamentar conjunta.
    Ajudá-lo a promover as etapas iniciais de habilidades de auto-ajuda. Um OT pode ajudar os pais a quebrar as habilidades para que as expectativas são adequadas, e pode sugerir posicionamento ou adaptações que podem ajudar a criança a ser mais independente. Por exemplo, uma criança pode ter mais sucesso se alimentar com um determinado tipo de colher e prato.
Em seguida, a criança entra no sistema escolar eo foco de suas energias mudanças um pouco mais! Você ajuda o seu filho se ajustar a novas rotinas, participar de reuniões escolares para planejar programa educativo do seu filho, você se concentrar no discurso e comunicação, você ajuda o seu filho a praticar as habilidades motoras finas para a escola (como aprender a impressão), você espera que seu filho desenvolver mais independência nas atividades de auto-ajuda, e você procurar atividades extracurriculares que irá expor o seu filho para uma variedade de experiências sociais, físicas e de aprendizagem.
Nesta fase, um OT pode envolver-se a:
    Facilitar o desenvolvimento de habilidades motoras finas na sala de aula. Muitos OTs trabalhar no sistema escolar e proporcionar programas para ajudar crianças com síndrome de Down aprendem a impressão, escrita, digitação, cortando, etc Eles também vão olhar para o posicionamento físico para um ótimo desempenho (por exemplo: tamanho mesa etc) e ajudar com as adaptações dos programas baseados em habilidades físicas da criança.
    Facilitar habilidades de auto-ajuda em casa e na escola. Tal como acontece com todas as crianças, os nossos filhos com síndrome de Down variam de personalidade, temperamento e motivação para ser independente. Algumas crianças com síndrome de Down têm um desejo de fazer coisas em si, como o vestido e se alimentar. Estas crianças podem aprender estas habilidades observando os outros e participar de uma idade jovem. Outras crianças podem ser felizes em deixar que os outros façam as coisas por eles, e pode resistir às tentativas de ajudá-los a aprender essas habilidades. Nestes casos, um OT pode ser capaz de ajudar uma mãe trabalhar fora desses desafios, ao mesmo tempo ajudando a criança a desenvolver melhores habilidades motoras para ser bem sucedido nas habilidades de auto-ajuda.
    Resolver quaisquer necessidades sensoriais seu filho pode ter. Às vezes um pai tem uma preocupação com as coisas do seu filho faz isso pode estar relacionado com o desenvolvimento sensorial da criança. Por exemplo, uma criança pode excessivamente colocar os brinquedos na boca, ela pode ter má consciência de seu corpo no espaço, ela pode espremer tudo muito duro ou cair muito as coisas, ou ela não pode tolerar muito bem algumas rotinas como lavar e escovar o cabelo . Um OT podem oferecer sugestões para ajudar a criança e os pais a lidar com estas questões.
Como pais, devemos nos preocupar com o bem-estar do nosso filho em todos os aspectos. Temos tantas coisas para pensar e manter o controle de: necessidades médicas e odontológicas, necessidades motoras e de comunicação, necessidades educacionais, defesa, necessidades sociais e comportamentais: a lista parece ir sobre e sobre! Precisamos da ajuda de profissionais treinados para guiar-nos e trabalhar com nossos filhos para ajudá-los a alcançar seu potencial na vida. Um terapeuta ocupacional é um membro da equipe que podemos contar com a prestação de assistência profissional ao longo do crescimento e desenvolvimento de nossas crianças.
Em os EUA, os serviços de OT pode ser obtido através de programas de Intervenção Precoce na Infância, escolas públicas e privadas, e de terapeutas privados.
***
NDSS graças Maryanne Bruni, BSC OT (C) para preparar esta peça. 

RECURSOS NDSS

RECURSOS EXTERNOS

  • Habilidades motoras finas para a Síndrome withDown Crianças: Um Guia para Pais e Profissionais (segunda edição). Bruni, M. Bethesda, MD: Woodbine House. (2006)
- See more at: http://www.ndss.org/Resources/Therapies-Development/Occupational-Therapy-Down-Syndrome/#sthash.Hf5JMxxu.dpuf

Fisioterapia e Síndrome de Down

SENIOR FISIOTERAPEUTA, SÍNDROME DE DOWN ESPECIALISTA
SIE CENTRO DE SÍNDROME DE DOWN DO HOSPITAL INFANTIL, AURORA, CO

Quais são alguns dos desafios que os bebês com Síndrome de Down enfrentam no seu Desenvolvimento Motor Grosso?

Crianças com síndrome de Down querem fazer o que todas as crianças querem fazer: eles querem sentar, engatinhar, andar, explorar o ambiente e interagir com as pessoas ao seu redor. Para isso, eles precisam desenvolver suas habilidades motoras. Por causa de certas características físicas, que incluem hipotonia (baixo tônus ​​muscular), frouxidão ligamentar (frouxidão dos ligamentos que provoca aumento da flexibilidade nas articulações) e diminuição da força, as crianças com síndrome de Down não desenvolvem habilidades motoras, da mesma forma que o tipicamente em desenvolvimento criança faz. Eles encontrar formas de compensar as diferenças na sua constituição física, e algumas das compensações pode levar a complicações a longo prazo, tais como dor nos pés ou o desenvolvimento de um padrão de marcha ineficiente.
O objetivo da terapia física para essas crianças é não acelerar o ritmo de seu desenvolvimento, como muitas vezes se presume, mas para facilitar o desenvolvimento de padrões de movimentos mais eficientes. Isso significa que, a longo prazo, você quer ajudar a criança a desenvolver uma boa postura, o alinhamento adequado do pé, um padrão de marcha eficiente, e uma boa base física para o exercício ao longo da vida.

O que você faz em uma típica sessão de fisioterapia?

Em primeiro lugar, observo que habilidades que a criança já domina em sua própria. Então eu determinar o que a criança está pronta para aprender a seguir. É fundamental que nós ensinar as crianças o que eles estão prontos para aprender no próximo mês, em vez de trabalhar em algo que é muito avançado para eles.
Uma vez que eu sei que habilidade a criança está pronta para aprender, eu desenvolver uma forma de ensinar-lhe que habilidade. Eu quebro a habilidade em suas partes componentes, e então eu praticar a habilidade com uma variedade de estratégias para testar com o método que a criança é mais bem-sucedido. As estratégias são baseadas em estilo de aprendizagem da criança e física make-up.
Por último e mais importante, eu ensinar os pais a praticar a habilidade com seus filhos. Os pais podem praticar a habilidade quando a criança está se sentindo descansado e forte, e as habilidades podem ser incorporados na rotina diária. Através da prática e repetição, a criança vai desenvolver a força e eficiência, levando a maestria da habilidade.

Você escreve que as crianças são tipicamente de "observadores" por natureza "impulsionada motor-" ou. Como o temperamento impacto fisioterapia?

Temperamento é maneira característica de uma pessoa de pensar, se comportar e reagir. Eu olho para padrão de uma criança de pensar, se comportar e reagir ao aprender habilidades motoras. É a minha observação de que as crianças com síndrome de Down se dividem em duas categorias básicas de temperamento: motorizado e observador. As crianças que são motorizado tendem a ser tomadores de risco. Eles gostam de se mover rápido e tolerar novos movimentos e posições. Eles não querem ficar em um lugar e não gosta de ser parado. Crianças que são observadores são mais cautelosos, cuidadosos e querem estar no controle. Eles preferem posições fixas e são facilmente assustado quando aprender novos movimentos.
Quando as crianças que estão de motor e está aprendendo a andar, por exemplo, eles vão correr riscos de tomar medidas independentes e será implacável por quedas frequentes. Os observadores devem ser mais cauteloso e só vai arriscar passos independentes quando têm a certeza de seu equilíbrio.
Compreender o temperamento de seu filho e que o motiva irá ajudá-lo a ser mais eficaz em ajudar-lo a aprender habilidades motoras. Você vai saber com antecedência quais as actividades que é provável que ele gosta e quais atividades ele é susceptível de resistir. Sabendo disso, você pode começar com as atividades que ele gosta e só passar para os mais difíceis quando ele está bem descansado e motivado para aprender.

Quais são algumas dicas gerais que os pais devem ter em mente quando estiver trabalhando com seu filho em habilidades motoras brutas?

O desenvolvimento de habilidades motoras é a primeira tarefa de aprendizagem que a criança com síndrome de Down e seus pais terão de enfrentar juntos. Esta é uma oportunidade para os pais para começar a entender como a criança aprende. Use essas dicas como um ponto de partida para começar a explorar o estilo de aprendizagem do seu filho.
    Determine o que motiva o seu filho. Seu filho tem mais chances de se mover quando há algo motivando-o. Por exemplo, ele pode rastejar para chegar a um brinquedo favorito. Ao praticar as habilidades motoras, o sucesso eo prazer do seu filho vai depender de como você joga, quais os tipos de brinquedos que você usa, e onde colocá-los.
    Pense em como a criança pensa. Descobrir o que habilidades motoras seu filho gosta de fazer e, em seguida, construir sobre essas habilidades. Por exemplo, se o seu filho gosta de estar em sua barriga, ensiná-lo girando, rastejar e escalar; se ele gosta de se sentar, ensiná-lo a mover-se em sentado sozinho. As crianças muitas vezes são motivados a aprender habilidades em uma ordem diferente e não há problema em seguir a liderança de seu filho e trabalhar no que ele está pronto e disposto a aprender.
    Defina o seu filho a ter sucesso. Habilidades prática que seu filho está pronto para aprender, para que possa realizá-los. Pratique quando ele está em seu melhor físico de modo que ele tem a energia, concentração e paciência para trabalhar as habilidades novas ou emergentes. Saiba como posicioná-lo e utilizar as melhores motivadores. Por fim, saber quando parar. Alguns momentos oportunos, quando a criança entende uma nova habilidade e consegue para ele são muito mais valiosas do que uma hora de luta que deixa tanto de você frustrado e chateado.
    Leia pistas do seu filho. Preste atenção em como seu filho está respondendo a praticar as habilidades. Se for muito difícil, torná-lo mais fácil, alterando o set-up ou dando mais apoio. Pratique enquanto seu filho está fazendo o seu melhor. A qualidade do tempo que você gasta praticando habilidades motoras é muito mais importante do que a quantidade.
    Tratá-lo como um jogo. Você realmente quer pensar em ensinar e praticar uma habilidade como um jogo. Em primeiro lugar, introduzir o "jogo" para que seu filho sente e tolera o movimento. Em segundo lugar, ajudar a criança a se familiarizar com o jogo e entender o que você quer que ele faça. Em terceiro lugar, praticar o jogo juntos e gradualmente diminuir seu apoio. Em quarto lugar, o progresso em direção à independência. O objetivo final é para o seu filho a dominar o jogo e ser capaz de fazê-lo por conta própria.
Crianças com síndrome de Down têm um estilo único de aprendizado, e precisamos entender e respeitar isso. Um psicólogo chamado Jennifer Wishart tem escrito extensivamente sobre este assunto. Ela diz que "podia correr o risco de mudar aprendizes lentos, mas dispostos em relutantes, alunos esquiva." Eu realmente personalizar o trabalho que faço com cada criança. Ter certeza de que as sessões de fisioterapia proporcionar um ambiente de aprendizagem agradável para os filhos para que eles são aprendizes dispostos, e eu encorajo os pais a fazer o mesmo em casa. Se o seu filho se sente imposta, ele ou ela está indo só para encontrar maneiras de resistir e evitar aprendizagem.

RECURSOS NDSS

RECURSOS EXTERNOS   

  • American Physical Therapy Association www.moveforwardpt.com Localize um fisioterapeuta e ler informações especializadas sobre a síndrome de Down e fisioterapia.  
  • "O objetivo e Oportunidade de Fisioterapia para crianças com síndrome de Down." Winders, Patricia C. (2001)  Down Syndrome Quarterly  6 (2), 1-4.
  • Habilidades motoras em crianças com Síndrome de Down: Guia para Pais e Profissionais. Patricia C. Winders. Bethesda, MD: Woodbine House. (1997)
- See more at: http://www.ndss.org/Resources/Therapies-Development/Physical-Therapy-Down-Syndrome/#sthash.ShpsaBIT.dpuf

Conheça o artigo publicado no National Down Syndrome Society sobre Estimulação

Intervenção Precoce

O que é a Intervenção Precoce?

A intervenção precoce é um programa sistemático de terapia, exercícios e atividades destinadas a atender atrasos de desenvolvimento que podem ser experimentados por crianças com síndrome de Down ou outras deficiências. Estes serviços são obrigatórias por lei federal chamada de Indivíduos com Deficiência Education Act (IDEA). A lei exige que os estados fornecem serviços de intervenção precoce para todas as crianças que se qualificam, com o objetivo de melhorar o desenvolvimento de bebês e crianças e ajudar as famílias a entender e atender as necessidades de seus filhos. Os serviços de intervenção precoce mais comuns para bebês com síndrome de Down são fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional.

Quando Intervenção Precoce deve começar?

A intervenção precoce deve começar a qualquer momento, logo após o nascimento, e, geralmente, deve continuar até a criança atingir três anos de idade. Uma emenda ao IDEA em 2004 permite que os estados têm programas de intervenção precoce que podem continuar até que a criança entra, ou é elegível para entrar, jardim de infância. A intervenção mais cedo começa muito cedo, melhor, mas nunca é tarde para começar.

Como pode Intervenção Precoce beneficiar um bebê com síndrome de Down?

O desenvolvimento é um processo contínuo que começa na concepção e prossegue passo a passo em uma seqüência ordenada. Há metas específicas em cada uma das quatro áreas de desenvolvimento (habilidades motoras grossa e fina, habilidades de linguagem, desenvolvimento social e habilidades de auto-ajuda) que servem como pré-requisitos para as etapas que se seguem. A maioria das crianças está prevista para alcançar cada marco a um tempo designado, também referido como um "idade chave", o qual pode ser calculado em termos de semanas, meses ou anos. Por causa de problemas específicos associados com a síndrome de Down, os bebês provavelmente vai sofrer atrasos em certas áreas do desenvolvimento. No entanto, eles vão atingir todos os mesmos marcos como as outras crianças, apenas em seu próprio calendário. No acompanhamento do desenvolvimento de uma criança com síndrome de Down, é mais útil olhar para a seqüência de marcos alcançados, ao invés de a idade em que o marco é atingido.
Gráfico Developmental

Quais são os tipos de terapias de Intervenção Precoce e como funciona cada tipo de endereço Aspectos Específicos de Desenvolvimento do bebê?

A fisioterapia com foco no desenvolvimento motor. Por exemplo, durante os primeiros 3-4 meses de vida, o bebê é esperado para ganhar o controle da cabeça e a capacidade de puxar para uma posição sentada (com ajuda) sem cabeça fica e força suficiente na parte superior do tronco para manter uma postura ereta . Fisioterapia adequada pode ajudar um bebê com síndrome de Down, que podem ter baixo tônus ​​muscular, para alcançar este marco.
Antes do nascimento e nos primeiros meses de vida, o desenvolvimento físico continua a ser a base subjacente para todo o progresso futuro. Os bebês aprendem por meio da interação com o meio ambiente. A fim aprender, portanto, uma criança deve ter a capacidade de mover-se livremente e propositadamente. Capacidade de uma criança para explorar o seu entorno, alcançar e agarrar os brinquedos, vire a sua cabeça a cabeça enquanto assistia a um objeto em movimento, rolar e engatinhar são todos dependentes bruta, bem como o desenvolvimento motor fino. Estes, atividades interativas físicas promover a compreensão e domínio do meio ambiente, estimulando cognitivas, de linguagem e desenvolvimento social.
Outro benefício a longo prazo da terapia física é que ele ajuda a evitar padrões de movimentos compensatórios que os indivíduos com síndrome de Down são propensas a desenvolver. Tais padrões podem conduzir a problemas ortopédicos e funcionais, se não corrigido.
Fonoaudiologia é um componente crítico da intervenção precoce. Mesmo que os bebês com síndrome de Down podem não dizer suas primeiras palavras até 2 ou 3 anos de idade, existem muitos pré-linguais e pré-competências linguísticas que devem adquirir antes que eles possam aprender a formar palavras. Estes incluem a capacidade de imitar sons e ecos; transformar tendo habilidades (aprendidas através de jogos como "peek-a-boo"); habilidades visuais (olhando para o alto-falante e objetos); habilidades auditivas (ouvir música, discurso, ou os sons da fala para alongar períodos de tempo); habilidades táteis (aprender sobre o toque, explorando objetos na boca); habilidades motoras orais (usando a língua, movendo os lábios); e habilidades cognitivas (compreensão permanência do objeto e as relações de causa e efeito).
Um fonoaudiólogo pode ajudar com estas e outras competências, incluindo a amamentação. Como a amamentação emprega as mesmas estruturas anatômicas utilizadas para a fala, ele pode ajudar a fortalecer a mandíbula de um bebê e os músculos faciais e estabelecer as bases para futuras habilidades de comunicação.
A terapia ocupacional ajuda as crianças a desenvolver habilidades e mestres para a independência. A terapia ocupacional pode ajudar com habilidades tais como abertura e fechamento de coisas, pegando e liberando brinquedos de vários tamanhos e formas, empilhamento e construção, manipulação de botões e teclas, experimentando com lápis de cor, etc Os terapeutas também ajudam as crianças a aprender a se alimentar e vestir-se e ensinar -lhes competências para jogar e interagir com outras crianças.
A intervenção precoce também pode impedir que uma criança com síndrome de Down a partir de atingir um platô em algum momento de desenvolvimento. O objectivo global de programas de intervenção precoce é o de melhorar e acelerar o desenvolvimento com base nos pontos fortes da criança e reforçando as competências que são mais fracos em todas as áreas de desenvolvimento.

Como os pais podem beneficiar de programas de Intervenção Precoce?

Programas de intervenção precoce tem muito a oferecer aos pais em termos de apoio, incentivo e informação. Os programas de ensinar os pais a interagir com seu bebê ou criança, como para atender às necessidades específicas de seus filhos e como melhorar o desenvolvimento.

Como me inscrever para os Serviços de Intervenção Precoce?

Cada estado tem seu próprio conjunto de leis que regem os serviços de intervenção precoce. Os pais podem obter uma indicação de médico de seu bebê ou de encontrar uma agência local, visitando www.nectac.org . Uma vez que uma referência foi feita, a equipe do programa deve agendar e concluir uma avaliação inicial dentro de um prazo especificado. Uma vez que a avaliação é feita, um assistente social é atribuído a coordenar os diversos serviços para os quais o bebê ea família se qualificar. Serviços de intervenção precoce são individualizadas para atender às necessidades específicas de cada bebê individual. A assistente social, terapeutas e familiares vão determinar as áreas de foco e definir metas com base em marcos de desenvolvimento. Estas serão registradas em um documento chamado de Plano de Serviço Familiar Individualizado (IFSP).

Quem paga Intervenção Precoce?

A avaliação para determinar se o seu filho é elegível para a intervenção precoce é gratuita, se realizada por uma entidade estatal autorizada. Nenhuma criança considerados elegíveis se pode negar serviços baseados na capacidade de pagamento, mas as companhias de seguros podem ser faturados e / ou um pagamento escala móvel pode ser necessária, dependendo do estado. Os pais devem verificar com o centro de intervenção precoce de seu estado para obter informações sobre fornecedores de serviços autorizados e obrigações financeiras. Freqüentemente, há pouco ou nenhum custo para os pais para esses serviços.

O que acontece depois Age 3?

Os indivíduos com Disabilities Act Educação (IDEA), que regula a intervenção precoce, também exige que os distritos escolares locais fornecem um livre, adequado, educação pública para crianças pré-escolares com deficiência a partir de três anos de idade, a menos que isso seria incompatível com lei estadual ou prática ou ordem de qualquer tribunal respeitando a oferta de educação pública para crianças entre as idades de três e cinco.

NDSS RECURSOS

RECURSOS EXTERNOS  

  • Divisão para a Primeira Infância do Conselho para Crianças Excepcionais www.dec-sped.org Uma das 17 divisões do Conselho para Crianças Excepcionais, esta organização apoia as políticas e práticas que sustentam famílias e promover o desenvolvimento em crianças, especialmente jovens com deficiências e atrasos de aprendizagem.
  • Resultados iniciais Infância Centro www.the-eco-center.org O Centro ECO promove o desenvolvimento de relatórios de progresso para as crianças com deficiência e da implementação destes relatórios em um local, estadual e nacional.
  • Ed Pubs www.edpubs.gov Um banco de dados do Departamento de catálogo on-line de Educação de publicações gratuitas US
  • Educação Resources Information Center (ERIC) Banco de dados www.eric.ed.gov Patrocinado pelo Instituto de Ciências da Educação do Departamento de Educação dos Estados Unidos, esta é uma biblioteca digital on-line gratuito de jornal e não-diário literatura educação.
  • Centro Nacional de Disseminação para Crianças e Jovens com Deficiência (NICHCY) www.nichcy.org 800-695-0285 NICHCY é uma fonte central de informações sobre os pré-adolescentes e adolescentes com deficiência. Possui um guia claro e detalhado para IDEA, a lei que autoriza os serviços de intervenção precoce e educação especial, e Folhas de recursos do Estado para ajudar você a se conectar com as agências de deficiência e organizações em seu estado.

  • Infância Centro Nacional precoce de Assistência Técnica (NECTAC) www.nectac.org NECTAC apoia a implementação nacional das Pessoas com Deficiência Education Act (IDEA), trabalhando com cada estado a prestar assistência técnica para as crianças com deficiência e suas famílias. O site fornece uma lista de programas de intervenção precoce por estado.
  • Abra Livros Portas Abertas openbooksopendoors.com site contém recursos para pais e professores sobre as melhores práticas em alfabetização para os alunos com síndrome de Down
  • Aliança de Assistência Técnica para Centros de Pais www.taalliance.org Formação Pais e Centros de Informação (PTIs) e Pai Comunidade centros de recursos (CPRCs) em cada estado fornecer formação e informação aos pais de recém-nascidos, crianças, crianças, jovens com deficiência e profissionais que trabalham com eles. O site fornece uma lista de centros por estado.
DVDS
  • Síndrome de Down: nos primeiros 18 meses. Blueberry Shoes Productions.
  • Presentes de Emma. Intermináveis ​​Productions horizonte. 
LIVROS
  • No início habilidades de comunicação para crianças com síndrome de Down. Kumin, L. Bethesda, MD: Woodbine House. (2003) 
  • O Dicionário de Intervenção Precoce. Coleman, JGM Bethesda, MD: Woodbine House. (2006)
  • Habilidades motoras finas para crianças com Síndrome de Down: Um Guia para Pais e Profissionais (segunda edição). Bruni, M. Bethesda, MD: Woodbine House. (2006)
  • Habilidades motoras em crianças com Síndrome de Down: Um Guia para Pais e Professionals.Winders, P. Bethesda, MD: Woodbine House. (1997)
  • Negociar o labirinto Educação Especial: Um Guia para Pais e Professores (Fourth Edition). Anderson, W., Chitwood, S., Hayden, D., Takemoto, C. Bethesda, MD: Woodbine House. (2008)
  • Passos para a Independência: ensino cotidiano Habilidades para Crianças com Necessidades Especiais. Baker, B. & Brightman, A. Baltimore, MD: Paul H. Brooks Publishing Co. (2004)
  • A nova linguagem de Brinquedos: Ensino habilidades de comunicação para Crianças com Necessidades Especiais (terceira edição). Schwartz, S. Bethesda, MD: Woodbine House. (2004)
  • Ensino de leitura para crianças com Síndrome de Down: Um guia para pais e professores. Oelwein, P. Bethesda, MD: Woodbine House. (1995)
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