terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

ÓRFÃ COM SÍNDROME DE DOWN ACABA DE ENCONTRAR SUA NOVA FAMÍLIA ADOTIVA. ASSISTA SUA ADORÁVEL REAÇÃO

Lucy é uma adorável chinesinha de 6 anos de idade que viajou milhas e milhas para poder encontrar sua nova família.
Dezenas de famílias esperavam no aeroporto de Houston Bush, nos Estados Unidos, crianças adotadas provenientes da China. Uma dessas famílias esperava por Lucy.
Eram crianças que ninguém mais queria, que estavam sentadas à espera de um pai e uma mãe para fazê-las feliz.
"Ela é maravilhosa e adorável. Nós não vemos a hora de ela ser nossa", disse Shook, a mãe que adotou Lucy.
O casal Audrey Shook e Brent sempre quiseram adotar uma criança na China, mas os planos não seguiram adiante quando Audrey engravidou naturalmente. Anos depois, a vontade retornou quando assistiram a um vídeo de um orfanato cujas imagens mostravam Lucy.
A reação quando Audrey encontra a pequena chinesa pela primeira vez no aeroporto é de derreter corações. Assista:

Quem resiste a uma Torta de Banoffee ?

torta

A receita dá trabalho, mas fica sensacional !!!!  Vamos lá .
Ingredientes para a massa :
  • 450 gramas de bolacha ao leite maltado 
  • 180 gramas de manteiga sem sal
  • 180 gramas de chocolate meio amargo
Modo de fazer :
  • Use um processador para triturar as bolachas
  • Derreta a manteiga no fogo e junte com as bolachas e continue processando por mais quatro minutos.
  • De preferência use uma forma de 25 de diâmetro com 6 cm de altura
  • Coloque a massa no fundo da forma e laterais
  • Leve ao freezer por 30 minutos
  • Após forno de 220º graus por 10 minutos
  • Aguarde esfriar e desenforme
  • Derreta o chocolate e com a ajuda de um pincel passe em todo o interior da massa e laterais, espere secar
Ingredientes para o Recheio:
  • 500 ml de leite
  • 450 gramas de doce de leite
  • 6 gemas
  • 40 gramas de amido de milho
  • 4 bananas maduras
  • suco de um limão
Modo de fazer:
  • Leve ao fono o leite e o doce de leite até que se misturem bem
  • Bata as gemas e o amido de milho
  • Junte o creme com as gemas mexa bem, depois volte tudo para a panela
  • Leve ao fogo e mexa sem parar até engrossar, continue mexendo por mais três minutos
  • Coloque em uma vasilha e quando estiver morno leve a geladeira por 30 minutos cubra com filme plástico
  • Após 30 minutos bata na batedeira por três minutos
  • coloque o creme na massa e cubra com as 4 bananas fazendo círculos, pincele o suco de limão sobre as bananas para que não fiquem escuras
Ingredientes para o Chantilly 
  •  500 gramas de creme de leite fresco
  • 4 colheres de sopa de açucar
Modo de fazer :
  • Bata na batedeira até ficar em ponto de chantilly ( 10 minutos )
  • Cubra a torta com o chantilly e raspe um pouco de chocolate sobre ele.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Paranaense será primeira deficiente visual do Brasil a defender tese de mestrado em Engenharia Elétrica

Géssica Michelle dos Santos PereiraHá quase dez anos, a engenheira Géssica Michelle dos Santos Pereira, de 29 anos perdeu completamente a visão por conta de uma doença degenerativa. Na época, estava no meio do curso de graduação em Engenharia Elétrica na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e teve que ficar um ano fora das salas de aula para se submeter a um tratamento médico. Depois desse período, a estudante conseguiu retornar à universidade. Os percalços e o preconceito foram superados com maestria pela jovem, que conseguiu o tão sonhado diploma em 2010. Mas, apesar das dificuldades, Géssica queria ir além. Dois anos depois, iniciou um mestrado na área de Engenharia Elétrica na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Agora, no dia 7 de agosto, a engenheira vai entrar para a história: será a primeira deficiente visual a apresentar uma dissertação de mestrado na área de Engenharia Elétrica no Brasil.
– É importante divulgar que é possível ser cego e fazer o que quiser e atuar em qualquer área. Até mesmo na área de exatas. Podemos ser engenheiros, programadores. Se algum deficiente visual alguma vez duvidar disso, quero que lembrem do meu exemplo e vejam que é possível – afirma a engenheira.
Géssica Michelle dos Santos Pereira
Quando Géssica entrou na universidade ainda tinha 30% de visão.
Na época, acreditava que os tratamentos pudessem reverter seu quadro. Após perder completamente a visão, não quis desistir da graduação. Entrou em contato com o coordenador do curso de Engenharia Elétrica, explicou a situação e aguardou durante uma semana uma resposta da universidade para saber se poderia continuar com os estudos. A resposta foi positiva. O coordenador sugeriu, então, que começasse cursando apenas três matérias para saber se conseguiria dar conta do curso.
– Comecei com três matérias bastantes difíceis para saber se conseguiria enfrentar os desafios seguintes – “Resistência dos Materiais”, “Probabilidade Estatística” e “Sinais de Sistemas”. Elas eram muito visuais, exigiam muita análise e formulação matemática. O coordenador do curso me falou que, caso fosse aprovada nas três, conseguiria concluir o curso. E consegui – lembra Géssica.
Géssica Michelle dos Santos Pereira
Mas as coisas não foram tão simples para a estudante, cuja vida na universidade teve que ser adaptada à nova realidade. Para isso, entrou em contato com o Instituto de Cegos do Paraná, onde aprendeu a lidar com a cegueira. Além disso, adotou novas estratégias durante as aulas: gravava todas as lições e fazia aulas extras, sempre contando com a ajuda de professores. Durante a graduação, e um tempo depois, Géssica também trabalhou como assistente administrativa na Companhia de Energia Elétrica do Paraná, o que tornava sua rotina bastante agitada. No ano passado, trabalhou nos Institutos Lactec, centro de pesquisas dentro da UFPR.
Porém, segundo a engenheira, foi durante o mestrado que enfrentou as maiores dificuldades. Tinha que ler muitos artigos e fórmulas e precisava contar com a ajuda de amigos. Foi somente quando aprendeu a usar determinados softwares que conseguiu recuperar um pouco da independência.
– Na faculdade, os trabalhos são feitos mais em conjunto, enquanto que, no mestrado, são mais individuais. Aprendi a usar o LaTeX, programa de diagramação de textos, para formatar o estilo dos meus trabalhos e outras ferramentas, como MATLAB, software voltado para cálculo numérico. Consigo mexer no computador graças ao JAWS, que lê para mim tudo que está na tela. A tecnologia foi fundamental para mim. Sem ela, não teria conseguido concluir o curso – diz.
Géssica Michelle dos Santos Pereira
Géssica conta que costuma se comunicar com outros deficientes visuais da área de ciências exatas, do Brasil e do mundo. Segundo ela, há diversas listas de discussões na internet para o compartilhamento de textos, artigos e outros recursos adaptados para cegos em formato digital. A engenheira diz que o tema mais recorrente nas discussões é como lidar com recursos gráficos, como diagramas e fluxogramas, pois precisam compreender as informações sem conseguir vê-las. Outro desafio para os deficientes é formular documentos com gráficos para que outras pessoas entendam o que querem dizer.
– As listas de discussão me ajudaram a ser mais independente. Uma das mais importantes para mim foi a “Blind Math”, dos Estados Unidos. Trocamos dicas, macetes, livros em formatos digitais. Aprendi a mexer em muitos programas que usei no mestrado graças a essas listas – explica.
O preconceito, segundo a engenheira, sempre houve. Porém, defende que, de forma geral, é respeitada como profissional. Além disso, conta que os amigos sempre a ajudaram – na universidade, no mestrado ou no trabalho. A engenheira confessa que está ansiosa para a apresentação no dia 7 de agosto, quando vai, finalmente, apresentar a sua dissertação, intitulada “Alocação de bancos de capacitores e reguladores de tensão em redes elétricas inteligentes desbalanceadas”. Segundo ela, o objetivo do projeto é melhorar os indicadores de qualidade de energia fornecida ao consumidor. No futuro, Géssica conta que pretende continuar trabalhando na área de pesquisa.
Fonte: Extra

10 praias acessíveis no Brasil

praia acessívelPor Andressa Volpini
Com um total de 7.367 quilômetros de linha costeira e mais de duas mil praias, pode-se dizer que o Brasil é um país rico em litoral. Quando o assunto é turismo, as praias vêm em primeiro lugar, e são os passeios mais procurados pelos brasileiros e estrangeiros. E, em tempos de inclusão social, vemos, aos poucos, iniciativas para tornar possível o acesso de deficientes físicos a esses lugares e até mesmo levar cadeirantes para tomar um banho de mar. Conheça dez praias preparadas para receber pessoas com deficiência:
Copacabana-Rio de Janeiro

Copacabana – Rio de Janeiro
Na praia mais famosa do Brasil, até maio deste ano, o Projeto Praia Para Todos promove diversas atividades para atender ao público dos postos 5 e 6, em frente à Rua Francisco Sá. Uma equipe especializada irá auxiliar deficientes físicos a realizar atividades como handbike, stand up paddle adaptado, frescobol e banho de mar. Esta já é a sétima edição do projeto que disseminou o conceito de acessibilidade nas praias para todo o Brasil. O horário de atividades é das 9h às 14h.
Ilhabela-São Paulo
Ilhabela – São Paulo
Em Ilhabela, os salva-vidas também são treinados para acompanhar o banho de deficientes. Ao todo são oito guarda-vidas contratados pela Prefeitura da cidade e nove do Governo do Estado de São Paulo. Eles atuam diariamente nas praias de Pedras Miúdas (Ilha das Cabras), Praia Grande, Curral, Perequê, Saco da Capela e Garapocaia (Pedra do Sino) e na comunidade tradicional caiçara da Praia do Bonete, no extremo sul. A Praia dos Castelhanos conta com o trabalho dos guarda-vidas de sexta a domingo.
Itanhaém – São Paulo
Itanhaém – São Paulo
Desde 2012, o Programa Praia Acessível atua nos bairros de Itanhaém e oferece cadeiras anfíbias para que pessoas com deficiência possam tomar banho de mar com segurança. Em 2014, mais de 350 pessoas foram atendidas no município entre os meses de janeiro e março. O Praia Acessível está presente no Jardim Grandesp e Suarão e o último bairro a ser contemplado pelo programa foi o do Satélite.
Fernando de Noronha
Fernando de Noronha
Este é um dos destinos mais desejados dos turistas tanto brasileiros quanto estrangeiros. A beleza indecifrável de Fernando de Noronha é, sem dúvida, uma das maiores riquezas do Brasil e é um lugar que todos devem visitar. Para isso, a EcoNoronha criou um programa para auxiliar os deficientes a aproveitar as mais belas praias da ilha implantando rampas de acesso e disponibilizando cadeiras e funcionários para levá-los até o mar.
Porto de Galinhas - Pernambuco
Porto de Galinhas – Pernambuco
Implantado em 2013, o projeto Praia Sem Barreiras de Porto de Galinhas, além de levar os deficientes para banhos de mar, também possibilita que estas pessoas conheçam as piscinas naturais que são o cartão postal do destino. São quatro cadeiras anfíbias, uma esteira de acesso ao mar de 10 metros de comprimento e quatro profissionais capacitados para o banho assistido.
Boa Viagem – Pernambuco
Boa Viagem – Pernambuco
Também uma iniciativa do projeto Praia Sem Barreiras, a praia de Boa Viagem conta com estrutura admirável para receber os deficientes. Além da esteira em direção ao mar, seis cadeiras anfíbias, três piscinas para o lazer de crianças, uma quadra para prática de vôlei sentado, profissionais de fisioterapia e enfermagem ficam a postos para auxiliar os visitantes. A prefeitura do Recife criou uma rota acessível, que tem início na parada de ônibus da Avenida Conselheiro Aguiar, seguindo pela Rua Bruno Veloso, até a orla de Boa Viagem.
Ponta Negra – Natal
Ponta Negra – Natal
Beneficiada pelo projeto OrtoRio, a praia de Ponta Negra conta com esteira de acesso à areia, tenda, cadeiras anfíbias para banho de mar assistido, rede e bola para vôlei sentado e futebol de areia, frescobol, peteca, pranchas de surf adaptadas, caiaques e uma equipe que, de forma voluntária, se dispõe a auxiliar toda a ação – desde a montagem e carregamento de materiais até o auxílio para os banhos e transporte das cadeiras do calçadão à areia e vice-versa.
Maceió
Maceió
As famosas jangadas de Maceió, que passeiam pelas águas cristalinas da capital de Alagoas, também possuem opções para cadeirantes. Foram construídas jangadas adaptadas, mais largas que as convencionais, proporcionando melhor estabilidade e segurança, a jangada acessível tem 6,45 metros de comprimento e 1,98 metro de largura, e pode comportar até seis pessoas, sendo dois deficientes físicos com a cadeira de rodas e acompanhantes.
Balneário Rincão – Santa Catarina
Balneário Rincão – Santa Catarina
Pioneiro em Santa Catarina, o Projeto Praia Acessível possibilita que deficientes físicos desfrutem da praia em Balneário Rincão. Cadeirantes podem entrar no mar e aproveitar os dias de calor, sempre acompanhados por um grupo de bombeiros comunitários e com a ajuda de cadeiras anfíbias especiais do projeto. O projeto funciona das 9h às 11h e das 15h às 18h no Posto 1 dos guarda-vidas, na Zona Norte do Balneário Rincão.
Guarujá – São Paulo
Guarujá – São Paulo
A Associação Paraesportista da Baixada Santista é a responsável pelo Programa Praia Acessível no Guarujá. Os usuários e familiares fazem um cadastro e são acompanhados por facilitadores, profissionais treinados pelo Estado de São Paulo, para um banho de mar que dura entre 30 e 45 minutos. A associação montou uma tenda APBS na Praia das Pitangueiras especialmente para o atendimento dos deficientes, que é feito todas as sextas, sábados e domingos, das 9 às 17 horas.

Mobilização Zika Zero visitou 2,8 milhões de residências em 428 municípios do País

O Dia Nacional de Mobilização Zika Zero, realizado no último sábado (13), alcançou a visitação de 2,8 milhões de residências em 428 municípios do País. As casas, terrenos baldios e construções abandonadas concentram de 70% a 80% dos focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti, vetor de transmissão da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus.
“Nós seremos vitoriosos. Para isso é imprescindível que a sociedade brasileira abrace essa causa e elimine os criadouros do mosquito”, afirmou o ministro da Saúde. Foto: Ichiro Guerra/PR
“Nós seremos vitoriosos. Para isso é imprescindível que a sociedade brasileira abrace essa causa e elimine os criadouros do mosquito”, afirmou o ministro da Saúde. Foto: Ichiro Guerra/PR
A ação contou com o envolvimento pessoal da presidenta Dilma Rousseff, que vistoriou casas e conversou com moradores no Rio de Janeiro, e com a participação de mais 162 representantes do governo federal em diferentes cidades. Este número envolve tanto o primeiro escalão do governo, como ministros, até chefes de autarquias e de presidentes de bancos públicos federais e de estatais.
Os dados foram divulgados em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (15). A ação abrangeu diretamente 220 mil integrantes das Forças Armadas, 46 mil agentes de combate às endemias e 266 mil agentes comunitários de saúde. A mobilização contou também com o apoio dos governos estaduais e municipais.
“Fizemos uma grande mobilização nacional. Ficou patente que essa causa une todo o País. Foi um dia muito importante mostrando identidade e unidade nacional, do município até o governo federal. Todos com a compreensão de que o mosquito não é municipal, não é estadual, não é federal”, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Castro. “Nós seremos vitoriosos. Para isso é imprescindível, é indispensável que a sociedade brasileira abrace essa causa e elimine os criadouros do mosquito”.
O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, destacou o sucesso da mobilização envolvendo as Forças Armadas. “Julgamos que alcançou plenamente os objetivos, integrou a ação das Forças Armadas com ações do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais e municipais de saúde. Essa mobilização e integração, que ocorreram em todos os 26 estados e no Distrito Federal, foi importante para elevar o nível de mobilização das famílias, das pessoas dentro de casa”.
Ele reforçou que a ação não terminou no sábado. A partir desta segunda (15), 55 mil integrantes das Forças Armadas prosseguem atuando até o dia 18 aplicando larvicidas e produtos de combate ao mosquito ou no apoio aos agentes de saúde.
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, avaliou que o Dia Nacional de Mobilização Zika Zero foi fundamental para o engajamento da sociedade. “Não há poder público sem participação da sociedade que consiga vencer essa batalha”.
Ele incentivou cada família, no seu dia de faxina semanal, a tirar de 15 a 30 minutos para revisitar ralos, caixas d’água, e todo o quintal. “A tarefa será perene, de longo prazo. Temos que ter dimensão de longo prazo do combate, [tem que ser uma] questão constante”, disse.
Ele apontou que, na sexta-feira (19), começam, sob coordenação do Ministério da Educação, ação de conscientização dos estudantes. A medida coincide com o retorno às aulas na maior parte das escolas pelo País e também contará com o apoio das Forças Armadas.

Fonte: Blog do Planalto