segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Brinquedos “inimigos” da criança


O Natal está chegando. Os adultos se mobilizam para comprar presentes para as crianças, sendo os brinquedos a preferência nacional. É importante alertar os pais sobre alguns “inimigos” ocultos em certos brinquedos. Vale uma boa conversa na última reunião do ano letivo baseada nas informações deste post.
A infinidade de opções de brinquedos e bons preços atraem os adultos na hora de comprar os presentes para a criança pequena. No entanto, algumas “armadilhas” se escondem naqueles que não estão em conformidade com as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) enão apresentam o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que são compostos por peças muito pequenas ou fáceis de soltarem-se.
Acidentes com a criança, causados pela ingestão ou introdução de peças pequenas no nariz e ouvido, não são raros. Um exemplo, trazido pela matéria que inspirou este post, é do número de atendimento de casos em um hospital pronto-socorro em Belo Horizonte: 5.563 (de janeiro a outubro de 2014), sendo mais de dois mil com crianças entre zero e doze anos. Os objetos ingeridos ou colocados nas narinas e ouvido vão desde pecinhas de brinquedos até moedas, broches e pilhas.
Por isso, ao escolher o brinquedo, o adulto tem de ficar atento à segurança e não se deixar seduzir por preços mais baixos. Segundo especialistas, o maior perigo está nos produtos importados, que, normalmente, não seguem as normas técnicas.
Os índices de acidente são mais comuns em crianças a partir dos três anos, mas todas merecem cuidados. Outro alerta importante: se a criança engoliu ou colocou algo no nariz ou ouvido, os pais precisam levá-la imediatamente ao hospital, sem tentar resolver o problema com medidas caseiras, como a retirada de objetos com pinças e apetrechos que, no lugar de extraí-los, podem empurrá-los mais para dentro do orifício, dificultando o trabalho do médico.
Algumas dicas para você orientar os pais no momento da escolha do brinquedo:
- Peças pequenas e fáceis de soltar, jamais – especialmente para crianças menores de seis anos.
– Não pode ser tóxico nem inflamável.
-Deve ser arredondado, sem quinas ou pontas afiadas.
– Nada de muito barulho, porque ruídos acima de cem decibéis podem prejudicar a audição.
– Evitar brinquedos com tiras e cordas com mais de quinze centímetros.
– Brinquedos à pilha podem, mas preferencialmente os que tiverem o compartimento parafusado.
– Não compre brinquedos incompatíveis com a idade da criança.
– Se há crianças com faixas etárias distintas na família, é importante guardar os brinquedos separadamente.
– É importante que o adulto abra a embalagem, leia as instruções e ensine a criança como usar adequadamente o brinquedo.
– Depois de abrir os brinquedos, os pais devem jogar as embalagens plásticas no lixo.
– É bom evitar brinquedos que imitem alimentos para que a criança pequena não os engula.
– Brinquedos com vidro são inadequados para menores de cinco anos. Artigos que precisem ser ligados na tomada ou com elementos de aquecimento, pilhas e baterias não servem às crianças menores de oito anos

Afogamento de crianças é algo comum

Num país como nosso, onde a temperatura é amena ou quente boa parte do ano e existem muitos rios volumosos, represas, lagos, lagoas, praias além de que hoje em dia as piscinas estão em muitos lugares como parques, clubes, condomínios e casas, o cuidado com as crianças que freqüentam estes locais deve ser reforçado.
No Brasil, segundo Ministério da Saúde, em 2005, 1.496 crianças de até 14 anos morreram vítimas de afogamentos sendo a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização, por acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos.
É importante salientar que os perigos estão em ambientes familiares tais como piscinas, baldes, banheiras, poços e não estão apenas nas águas abertas como mares, represas e rios. Para uma criança que está começando a andar, por exemplo, três dedos de água representam um grande risco.
Outro fator que contribui para que o afogamento seja um dos acidentes mais letais para crianças e adolescentes é que acontece de forma rápida e silenciosa.
Vamos imaginar um banho de banheira de um bebê: o pequeno intervalo para se virar para pegar uma toalha é suficiente para uma criança fique submersa na banheira. Se você se afastar por 2 minutos para atender um telefone, isto pode ser o bastante para criança perder a consciência. Se você demorar mais do que 4 minutos, a lesão cerebral pode ser permanente.

Como proteger uma criança de um afogamento

  1. Esvaziar baldes, banheiras e piscinas infantis depois do uso e guardá-los sempre virados para baixo e longe do alcance das crianças;
  2. Despeje a água antes de retirar a criança da banheira e esconda a tampa da banheira de modo a que a criança não possa preparar o seu próprio banho;
  3. Nunca deixe uma criança com menos de 3 anos sozinha na banheira, mesmo quando ela já se senta bem. Durante o banho, não atenda o telefone nem a porta;
  4. Conservar a tampa do vaso sanitário fechada, se possível lacrado com algum dispositivo de segurança ?à prova de criança" ou a porta do banheiro trancada;
  5. Manter cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos trancados ou com alguma proteção que não permita "mergulhos";
  6. Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5m que não possam ser escaladas e portões com cadeados ou trava de segurança que dificultem o acesso dos pequenos;
  7. Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes. Esses recursos devem ser usados em conjunto com as cercas e a constante supervisão dos adultos;
  8. Grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras. Na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água;
  9. Evitar brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e aos reservatórios de água;
  10. Durante o banho, não atenda o telefone e nem a porta.
Algumas características do desenvolvimento contribuem para que crianças pequenas fiquem mais vulneráveis a afogamentos, tais como:
Diferentemente dos adultos, as partes mais pesadas do corpo da criança pequena são a cabeça e os membros superiores. Por isso, elas perdem facilmente o equilíbrio ao se inclinarem para frente e conseqüentemente podem se afogar em baldes ou privadas abertas;
O processo de afogamento é acelerado pela massa corporal do indivíduo.
Não tem maturidade, nem experiência para sair de uma situação de emergência.
Boa parte das crianças que se afogam em piscinas está em casa sob o cuidado dos pais. Um mero descuido deles basta para que ocorra um afogamento;

Fonte:

  1. Criança Segura e APSI (Associação para a Promoção de Segurança Infantil), Portugal
  2. A CRIANÇA SEGURA é uma organização não-governamental sem fins lucrativos, que tem como missão promover a prevenção de acidentes com crianças e adolescentes até 14 anos.http://criancasegura.org.br
  3. Aliança Europeia de Segurança Infantil
  4. TIPP-O Programa de Prevenção de Lesões (Copyright © 1994 Academia Americana de Pediatria revista 09/05)
  5. zonaderisco.blogspot.com

observação:

O afogamento caracteriza-se pela falta de oxigênio no sangue (hipoxemia), que afeta todos os órgãos e tecidos. A intensidade da hipoxemia é determinada pelo tempo em que a pessoa fica submersa, pela quantidade e tipo de líquido que é aspirado para dentro do pulmão, e pela resistência individual de cada afogado. A duração da submersão é fundamental, porque a quantidade de oxigênio nos vasos sanguíneos vai caindo (exponencialmente) durante a asfixia. O período máximo de submersão antes de ocorrer lesão irreversível é incerto, mas provavelmente é de três a cinco minutos.

Enurese Noturna

 Fazer xixi na cama antes dos cinco anos é comum, afinal o sistema urinário dos pequenos ainda não está totalmente amadurecido. Após esse período, porém, os pais devem ficar atentos, pois pode se tratar de uma doença, conhecida como enurese noturna. A perda involuntária de urina envolve causas distintas. Uma delas é física, ou seja, quando a bexiga se contrai involuntariamente. Há também o que chamamos de poliúria noturna, quando ocorre aumento da quantidade de urina durante a noite pela falta de um determinado hormônio. E ainda consideramos como motivo a dificuldade no despertar ou de reconhecer a sensação de bexiga cheia. Outro fator curioso envolve hereditariedade: se um dos pais ou ambos passarem pelo problema na infância, as chances de seus herdeiros molharem a cama são altas. Fazer xixi na cama antes dos cinco anos é comum O alívio é saber que todos os casos têm solução e raramente estão associados a algo grave. A atitude dos adultos de aceitação e tolerância, no entanto, são fundamentais para o sucesso do tratamento. Os adultos precisam entender que a criança não faz de propósito, não têm culpa. Intervenções comportamentais simples, como evitar a ingestão de líquidos antes de dormir e/ou levar a criança ao banheiro durante a noite, costumam ser indicadas com sucesso. Em outros casos, pode-se recorrer ao uso de medicamentos que reduzem a produção de urina ou que controlam as contrações vesiculares. O ideal é procurar um profissional para avaliar o  caso. Molhar a cama também pode esconder outros males, como o diabetes, doença renal crônica e outras condições psicológicas, como estresse, depressão e/ou ansiedade. Mas, quando começar o tratamento, perguntam os pais? Vai depender da maturidade da criança e do nível de tolerância da família. Nada que doses de paciência, compreensão e interesse pelo assunto não resolvam.
Enurese Noturna
O que é: embora o controle de esfíncteres se dê em torno dos 2 ou 3 anos, fazer xixi na cama antes dos cinco . Após esse período, porém, os pais devem ficar atentos, pois de enurese noturna.
A causa: 
1)                  Física: a bexiga se contrai involuntariamente.
2)                 Poliúria noturna, quando ocorre aumento da quantidade de urina durante a noite pela falta de um determinado hormônio.
3)                 Dificuldade no despertar ou de reconhecer a sensação de bexiga cheia.
4)                 Hereditariedade: se um dos pais ou ambos tiveram o problema na infância, as chances de seus herdeiros molharem a cama são altas.
O tratamento:
1)                  A atitude dos adultos de aceitação e tolerância, no entanto, são fundamentais para o sucesso do tratamento.
2)                  Os adultos precisam entender que a criança não faz de propósito, não têm culpa.
3)                 Intervenções comportamentais simples:
a.                  Como evitar a ingestão de líquidos antes de dormir
b.                   Levar a criança ao banheiro durante a noite.
c.                  Programa de estímulos (calendário com estrelas).
4)                  Em outros casos, pode-se recorrer ao uso de medicamentos que reduzem a produção de urina ou que controlam as contrações vesiculares.

Acidentes domésticos podem ser prevenidos – estudo completo

Objetivo   Para estimar as associações de fatores de risco e proteção para quedas de móveis em crianças de 0 a 4 anos.
Desenho, Ambiente, e os participantes   estudo caso-controle multicêntrico em hospitais, unidades de pequena lesão, e práticas gerais e em cerca de 4 centros de estudo no Reino Unido.Recrutamento começou 14 junho de 2010, e terminou 27 de abril de 2012. Entre os participantes, 672 crianças com quedas de móveis e 2.648 participantes controle pareados em idade, sexo, tempo de calendário, e um centro de estudo. Trinta e cinco por cento dos casos e 33% dos indivíduos do grupo controle concordaram em participar. A média de idade foi de 1,74 anos para 1,91 anos casos e para os participantes do controle. Cinqüenta e quatro por cento dos casos e 56% dos participantes do controle do sexo masculino.Posições incluídas práticas de segurança, uso de equipamentos de segurança e riscos de origem.
Principais resultados e Medidas   quedas de móveis que ocorre em casa da criança, resultando em participação em um departamento de emergência, unidade de ferimentos leves, ou internação hospitalar.
Resultados   Comparados com pais de participantes de controle, os pais dos casos foram significativamente mais propensos a não usar portas de segurança em casa (odds ratio ajustada [AOR], 1,65; IC 95%, 1,29-2,12) e não ter ensinado seus filhos regras sobre subir em objetos de cozinha (AOR, 1,58; 95% CI, 1,16-2,15). Casos de 0 a 12 meses foram significativamente mais propensos a ter sido deixado em superfícies elevadas (AOR, 5,62; IC 95%, 3,62-8,72), tiveram suas fraldas trocadas em superfícies elevadas (AOR, 1,89; 95% CI, 1,24-2,88 ), e foi colocado no carro / saltando assentos em superfícies elevadas (AOR, 2,05; 95% CI, 1,29-3,27). Casos 3 anos e mais velhos eram significativamente mais propensos a ter jogado ou subiu no mobiliário (AOR, 9,25; IC 95%, 1,22-70,07). Os casos foram significativamente menos propensos a ter jogado ou subiu em móveis de jardim (AOR, 0,74; 95% CI, 0,56-0,97).
Conclusões e Relevância   Se associações estimados são causal, algumas quedas de móveis pode ser prevenida através da incorporação de aconselhamento em saúde infantil contatos, registros de saúde da criança pessoal e avaliações de segurança em casa sobre o uso de portas de segurança; não deixando filhos, trocar fraldas, ou colocar as crianças no carro / saltando assentos em superfícies elevadas; permitindo que as crianças brinquem ou subir em móveis; e ensinar as crianças sobre as regras de segurança de escalada em objetos.

As quatro cidades com a melhor acessibilidade no mundo

Muitos brasileiros ficam surpresos com a quantidade de pessoas com deficiência física que encontram ao viajar pelo mundo. Isso não acontece porque existem menos pessoas que sofrem com o problema no Brasil, mas porque a mobilidade nas cidades brasileiras é tão complicada que muitos deficientes acabam limitando suas atividades a espaços privados.
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Algumas cidades do mundo se destacam por planejamentos urbanísticos voltados para tornar a vida de pessoas com deficiência um pouco mais fácil. A partir de reviews de viagens dessas pessoas, o site Oyster fez um ranking, reproduzido pelaCI Intercâmbio e Viagens, com as quatro cidades do mundo mais acessíveis para quem tem deficiência física.
Quem sabe essa lista não inspira você cadeirante ou alguma pessoa que você conheça a cair no mundo?

Seattle (EUA)
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Existem duas explicações para Seattle aparecer com frequência no topo das listas de cidades com melhor acessibilidade: a cidade tem uma área metropolitana bastante concentrada e, as linhas de metrô, diferentes de cidades com urbanizações mais antigas como Nova York e Boston, já foram planejadas dentro dos padrões mais modernos de acessibilidade.

Montreal (Canadá)
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Montreal possui sete estações de metrô totalmente acessíveis por meio de cadeiras de rodas e esse número tem tudo para aumentar. A cidade também conta com uma série de atrações acessíveis como jardins, museus de arte e catedrais.
Uma temporada na cidade que fala francês e inglês pode ser uma ótima chance para praticar dois idiomas em uma única viagem.

Las Vegas (EUA)
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Las Vegas está preparada para toda sorte de turistas e não poderia deixar os deficientes físicos de lado. Além de possuir acomodações e serviços de transporte adaptados, até os cassinos contam com rampas e elevadores de acesso. Inclusive, algumas das máquinas caça níqueis contam com sistema de áudio para que deficientes visuais também possam jogar.

Londres (Inglaterra)
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Apesar de Londres ter sido a primeira cidade urbanizada do mundo, a cidade foi capaz de se atualizar com sucesso na questão da acessibilidade. Atrações como a catedral de St. Paul, a London Tower e até o London Eye hoje são todas acessíveis.
Londres é uma cidade incrível que não pode ficar de fora do mochilão de qualquer pessoa.