O IOS - Instituto da Oportunidade Social - oferece à comunidade aulas gratuitas de capacitação na área de negócios para interessados em ingressar no mercado de trabalho com preparo de qualidade. Estão abertas as inscrições para o curso de "Gestão Empresarial" no qual a principal ferramenta de estudo será o software "ERP" da TOTVS, um dos mais modernos e utilizados por corporações brasileiras.
Direcionada para jovens do Ensino Médio e pessoas com deficiência visual parcial ou auditiva, a capacitação integra rotinas administrativas que incluem as dinâmicas de departamentos como compras, financeiro, faturamento, estoque, contabilidade e fiscal. O intuito é familiarizar e treinar os alunos para diversas situações que compõem o cotidiano empresarial, agregando em suas formações técnicas que contribuam para o desenvolvimento de suas carreiras profissionais.
Além deste curso, o IOS também planeja abrir, em 2015, novas vagas para as áreas de "Folha de Pagamento", "Gestão de Relacionamentos com Clientes", "Automação Comercial" e "Advanced Protheus Language" - linguagem de programação dos softwares desenvolvidos pela TOTVS.
Serviço
As inscrições permanecem abertas durante todo o ano - para todos os cursos disponíveis - no núcleo do IOS (Rua Alferes Magalhães, 256 - Santana). Os interessados devem levar os seguintes documentos: 2 fotos 3×4, RG (original e cópia), CPF (original e cópia), CPF dos pais ou responsáveis, comprovante de escolaridade, comprovante de residência (água, luz e telefone - Levar os três), comprovante de rendimento dos pais ou responsáveis (documento obrigatório para menores de 18 anos) e laudo médico comprovando deficiência (somente para pessoas com deficiência).
Mais informações em: http://ios.org.br/blog/index.php/inscricoes/
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Curso de Gestão Empresarial para jovens com deficiência
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
5º Café com RH será dia 27/11
No próximo dia 27 de novembro, quinta-feira, a Fundação Síndrome de Down, realizará o ‘5º Café com RH’. O evento tem como objetivo trocar experiências sobre inclusão no mercado de trabalho, reunir empresas que oferecem empregos para pessoas com deficiência intelectual e estabelecer novas parcerias. Na ocasião, as empresas que já fazem parte do programa serão reconhecidas com o selo ‘Empresa Inclusiva’.
Para participar do encontro, os interessados devem realizar inscrição através do e-mail assessoria@fsdown.org.br
Para participar do encontro, os interessados devem realizar inscrição através do e-mail assessoria@fsdown.org.br

quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Cresce em 8,3% o número de pessoas com deficiência com contrato formal de trabalho
Entre 2012 e 2013, foram criados 27,5 mil empregos formais ocupados por pessoas com deficiência, um aumento de 8,33%. A informação da Relação Anual de Informações Sociais - RAIS 2013, foi apresentada por representantes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) durante a 94ª reunião ordinária do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Conade, na última sexta-feira (11), na sede da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR).
A coordenadora-geral de Estatísticas do Trabalho, Maria das Graças Parente Pinto e a coordenadora de Registros Administrativos, Antônia de Maria Firmino Souza, ambas do MTE, apresentaram um recorte atualizado da empregabilidade das pessoas com deficiência no Brasil de acordo com a RAIS 2013, divulgada no último mês de agosto.
Atualmente são 357,8 mil pessoas com deficiência com vínculos empregatícios, o correspondente a0,73% dos empregos no Brasil, sinalizando uma estabilidade com crescimento (0,70% em 2012). Os homens ainda predominam com 232 mil vagas (64,8%) diante das 125,8 mil vagas ocupadas por mulheres (35,1%), que cresceram em 0,2% sua participação no mercado.
Políticas afirmativas
Para o secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira, da SDH/PR, a estabilidade dos vínculos com crescimento pode ser atribuída às políticas afirmativas e aos esforços do governo federal para promover a mudança do olhar dos empregadores sobre o potencial dos trabalhadores deste segmento.
“Não é a toa que organizamos o Dia D da empregabilidade das pessoas com deficiência, quando cruzamos os dados das empresas multadas por não cumprirem a lei de cotas, para ofertar com apoio do Sine, as vagas disponíveis para pessoas com deficiência que possuem a qualificação, além do esforço da Secretaria Nacional de Inspeção do Trabalho (MTE), que desde 2005 fiscaliza rigorosamente o cumprimento da lei Nº 8.213/91”, disse o secretário.
Durante o ano de 2014, aconteceram edições do Dia D da empregabilidade em cerca de 150 cidades brasileiras, que encaminharam mais de três mil pessoas para entrevistas de emprego em áreas como recursos humanos, comércio, indústria e farmácia, com vagas disponíveis em empresas que precisam contratar profissionais para ficar em conformidade com a Lei de Cotas (Lei Nº 8.213/91).
Além disso, pessoas com deficiência passaram a ter prioridade nas matrículas dos cursos técnicos gratuitos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), no âmbito doPlano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite.
Quebrando o Preconceito
“O maior problema das pessoas com deficiência é o olhar que a sociedade tem sobre elas”, ressalta o secretário Antônio José. A declaração encontra respaldo no resultado da pesquisa da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Isocial e Catho, divulgado nesta segunda-feira (10).
Segundo o estudo, 81% dos recrutadores contratam pessoas com deficiência apenas para cumprir a lei; por acreditar no potencial, somente 4%, e contratam independente da exigência da cota 12%. Um reflexo preocupante do preconceito aparece em 65% dos gestores que afirmaram ter resistência de contratar pessoas com deficiência e que 93% demonstram resistência para entrevistar estes profissionais. A pesquisa ouviu 2.949 profissionais do setor.
Lei de cotas
A Lei Nº 8.213/91 determina que empresas com cem funcionários ou mais devem incluir de 2% a 5% dos seus cargos para pessoas com deficiência; até 200 funcionários, 2%; de 201 a 500 funcionários, 3%; de 501 a 1000 funcionários, 4%; e de 1.001 em diante, 5%.'
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Programa de Apoio à Pessoas com Deficiência oferece 882 vagas de emprego em SP
Conquiste seu emprego! Nesta semana o Padef oferece 882 oportunidades de emprego para pessoas com deficiência no Estado de São Paulo. Saiba como se cadastrar: http://tinyurl.com/jvocdvo

sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Em Presidente Prudente, diversas empresas descumprem a lei de contratação de pessoas com deficiência e, apenas este ano, 48 estabelecimento já foram atuados pelo Ministério Público do Trabalho e Emprego. Recentemente, o órgão oficiou o Ministério Público sobre estes casos. As irregularidades foram constatadas em fiscalizações em setembro e outubro de 2013 e agora também serão investigadas pelos procuradores do trabalho.
Nas horas de folga , a presidente da associação dos deficientes físicos de Presidente Prudente, Priscila Medeiros, se locomove livremente pela casa dela. O fato de ser cadeirante não a impede de fazer nenhuma atividade diária. A jovem está no mercado de trabalho desde os 16 anos.
“Fiquei 11 anos em uma única empresa, porém, antes eu trabalhei em uma outra. Comecei a trabalhar com 16 anos foi uma oportunidade ótima, porque através desse serviço eu pude perceber que eu tinha capacidade para me sustentar, para estudar. E isso me levou a fazer uma faculdade e hoje já fazer uma pós-graduação”, diz.
“Fiquei 11 anos em uma única empresa, porém, antes eu trabalhei em uma outra. Comecei a trabalhar com 16 anos foi uma oportunidade ótima, porque através desse serviço eu pude perceber que eu tinha capacidade para me sustentar, para estudar. E isso me levou a fazer uma faculdade e hoje já fazer uma pós-graduação”, diz.
E para quem conquistou uma vaga, as limitações não impedem também de sonhar cada vez mais alto.“Quero fazer mestrado, doutorado e seguir na vida acadêmica. Incentivar pessoas com algum tipo de deficiência e alguma limitação a buscar os seus ideais. A chegar longe também”, salienta Priscila.
O trabalho, que foi importante para Priscila, também é para outras pessoas com deficiência. No Brasil, essa inclusão no mercado de trabalho é lei. Empresas com 100 ou mais funcionários são obrigadas a preencher cotas que variam de 2 a 5% para trabalhadores com deficiência.
Até 200 funcionários a empresa deve disponibilizar 2% dasvagas ; de 201 a 500 funcionários são 3%; de 501 e 1000 funcionários são 4%; e de 1001 em diante, o equivalente a 5%.
Segundo o diretor regional da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho (Sert), Guilherme Benedetti, existem mais de dez vagas disponíveis para portadores de deficiência com salários que chegam a R$ 4 mil.
Segundo o diretor regional da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho (Sert), Guilherme Benedetti, existem mais de dez vagas disponíveis para portadores de deficiência com salários que chegam a R$ 4 mil.
“As empresas tem exigido qualificação profissional desses trabalhadores com deficiência. E temos uma segunda dificuldade que é a colocação dessas pessoas na empresa. As empresas tem uma grande resistência em adequar os locais para elas poderem prestar um trabalho adequado e digno”, explica.
Nos últimos três anos, o Ministério Público do Trabalho abriu cinco investigações de descumprimento desta lei e pelo menos quatro estabelecimentos foram atuados. “O principal argumento é que falta mão de obra qualificada, mas esse argumento não se sustenta porque o dever legal impõe a empresa deixar a postura passiva e qualificar essa mão de obra”, aponta o procurador do trabalho, Cristiano Lourenço Rodrigues.
Ainda segundo o promotor, um procedimento já foi instaurado para verificar se as empresas continuam descumprimento a lei. “Expedirei um ofício para as 48 empresas para que digam se cumpriram a lei e também para que essas empresas, caso não tenham cumprido, digam se vão assinar o Termo de Ajuste de Conduta [TAC], que nós procuradores do trabalho vamos propor”, finaliza
sábado, 23 de agosto de 2014
O trabalho deveria fazer parte da vida de cada um de nós.
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Todas as pessoas têm esse direito, inclusive os deficientes! Desde 1991 existe uma lei no Brasil que obriga as empresas com mais de 100 funcionários a contratarem pessoas deficientes. A lei prevê que uma determinada quantidade de vagas (que varia de 2% a 5% do número total de funcionários) deva ser reservada para deficientes. Porém, o cumprimento da lei ainda não é uma realidade para a maior parte das empresas. Ou seja, a questão da inclusão do deficiente no mercado de trabalho continua sendo um grande desafio. O trabalho é fundamental para a construção da identidade, para o exercício da cidadania e para o desenvolvimento socioemocional das pessoas com deficiência. Além disso, a inclusão no mercado de trabalho formal estimula habilidades adaptativas nesses indivíduos. Isso é o que sugere uma pesquisa realizada por Maria Luíza Gomes Machado da Unifesp. Segundo ela, as normas que regulamentam o ambiente profissional são transferidas para a rotina de vida das pessoas com Síndrome de Down, quando estão incluídas no mercado de trabalho. Além disso, de acordo com a pesquisadora, os indivíduos que trabalhavam e que foram avaliados se mostraram mais disponíveis quando solicitados para a execução de tarefas; apresentaram maior organização; foram mais tolerantes frente às frustrações e limites que ocorrem no cotidiano e também tiveram mais iniciativa na resolução de problemas. A pesquisa mostrou ainda que o grupo incluído profissionalmente apresentava maior autonomia nas tarefas diárias (inclusive ao cuidar da própria higiene e saúde) e mais habilidade para lidar com valores monetários, sendo capaz de manter conta bancária, planejar e controlar os próprios gastos. Além disso, a socialização e a comunicação se mostraram como as habilidades mais desenvolvidas entre aqueles profissionalmente incluídos. Portanto, a pesquisa reforça a idéia de que a inter-relação no ambiente de trabalho, por ser diversificada, leva os deficientes a um processo de constante adaptação. Além disso, eles se tornam capazes de se comunicar e interagir socialmente em contextos diversos, elaboram metas reais de longo prazo e descrevem planos para alcançá-las. Os principais fatores que impulsionam a aquisição de habilidades para o trabalho são a aceitação e o incentivo no meio familiar, educacional e social. Entretanto, algumas famílias ainda resistem a incluir seus filhos profissionalmente, pois alimentam sentimentos ambivalentes com relação às possibilidades de conquista profissional, superprotegendo-os.
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